
Noites insones...
Caminhos que inebriam...
Vozes que acalmam...
Vontades que devoram...
Divago em mim, divago assim... entre os sonhos.
À noite tudo renova, abate e constrange.
Andarilha na própria mente...
Sentido, cadê?
Caminhos que inebriam...
Vozes que acalmam...
Vontades que devoram...
Divago em mim, divago assim... entre os sonhos.
À noite tudo renova, abate e constrange.
Andarilha na própria mente...
Sentido, cadê?
(Karlinha Ferreira)
Às vezes o sentido está apenas em gestação, mas vai dando pequenos sinais...
ResponderExcluirBeijo :)
Um texto belo assim dispensa dúvidas, nos leva com certeza ao DNA da humanidade.
ResponderExcluirGostei muito!
Beijos,
Suzana/LILY
Muito lindo Karlinha!
ResponderExcluirAmei!
bjossssssss
muito bom vir aqui...
ResponderExcluirbelo texto.
Maurizio
Às vezes a gente só demora a perceber o sentido e às vezes ele inexiste mesmo...
ResponderExcluirBeijos, flor.
O sentido virá!
ResponderExcluiré sempre bom vir aqui ao seu cantinho!
Bjnhos
Divagações nos levam para ao encontro do sentido da vida...
ResponderExcluirNoites insones,tentando encontrar respostas,que nos são sopradas em forma de acontecimentos.
Grande beijo querida!ótimo final de semana pra vc!