20 de jun de 2017

20-06-2017


O maior respeito é o que temos por nós. Se nos respeitarmos, o universo responde. Tudo ecoa, nada nesta vida fica em um único tom.
O amor não é singular, cada pessoa ama de uma forma própria e hoje, não considero nenhuma forma de amar errada porque temos nossas limitações, nosso tempo e nosso jeito. Aos poucos vamos sendo lapidados pela vida e a nossa forma de sentir vai ficando mais plena, mais madura, não amo hoje como amava há 10 anos atrás, mas o amor de outrora, ainda estava em fase de maturação, bem como o de hoje, vamos melhorando a cada dia.
A pluralidade das vivências e sensações faz de nós pessoas melhores, se assim permitimos. Quando resolvemos nos livrar das raízes que nos seguram a ponto de dizer que isso ou aquilo é certo ou errado, conseguimos enxergar algo além. Além da nossa própria felicidade e começamos a nos influenciar com a essência daqueles a quem queremos bem, isso é amor.
Podemos jamais possuir o ser amado, até porque o possuir descaracteriza a maior dádiva do amor que é a liberdade “estar-se preso por vontade”, a vontade, a liberdade sempre serão fatores dominantes.
Tenho o sonho de que a tolerância andará de mãos dadas com a humanidade, e que o amor, não importa sua cor, seu tom, seu modo, será sempre, para sempre, apenas amor.
Que o amor ecoe sempre de nós, a partir de nós para o mundo.

Karlinha Ferreira