Penso
que seu modo de se vestir, de fazer caridade, de falar ou se portar não são
nada quando você faz aquilo condicionado a uma recompensa futura. É muito mais
sincero agir conforme suas vontades sem machucar ninguém, mas fazer pelos
motivos certos, por algo que de fato faça seu coração palpitar.
Não
acredito em verdades absolutas, não acredito que só um caminho é o certo, mas
acredito na compaixão, no amor, na esperança, na luz e na energia que as
pessoas emanam.
Você
pode passar a vida agindo “certo”, mas pelos motivos errados, isso não te torna
melhor do que aqueles que você julga, e o julgar é algo tão intrínseco que está
no olhar, na intenção e não necessariamente no falar.
Admiro
as pessoas leves aquelas que vivem suas vidas sem se preocupar com o que pensam
a seu respeito, afinal o pensamento não é delas e sim do outo, então não pode
se responsabilizar pelo que o outro faz.
Estereótipos,
ser diferente, ser você... Não cabe a mim ou a ninguém julgar, óbvio que o
diferente vai chamar a atenção, mas cabe a cada um trabalhar o preconceito que
veio enraizado com nossa cultura empobrecida e apodrecida de rejeitar tudo que
não entendemos ou tudo que gera desconforto em nosso mundo.
Somos
egoístas por natureza, mas nosso egoísmo, nosso esforço para não saímos da
nossa zona de conforto tem custado vidas, tem literalmente matado milhares de
pessoas por dia, e não pense que nossas mãos estão limpas porque não fomos nós
que deferimos o golpe, pois essa energia ruim, essa intolerância é quem puxa o
gatilho e apedreja todos os dias, todos os momentos.
Temos
o direito de divergir, mas não temos o direito de fazer alguém se sentir tão
mal a ponto de não se sentir bem na sua própria pele, não é crime ser
diferente. O verdadeiro amor é exercitado quando optamos em não julgar, mas
entender que cada pessoa é um ser que carrega um mundo dentro de si, e que não
é porque ela não se parece externamente com você que ela não sinta como você.
Empatia, compaixão são as verdadeiras características do amor e a maior prova
de humanidade.
Karlinha Ferreira
Também não acredito em verdades absolutas e também não é fácil conviver com o diferente o novo, mas é necessário, a todo momento acontecem mudanças tanto internamente como externamente a nós e são essas mudanças que nos mantém vivo, pois não é o ambiente que se adapta a nós, mas o contrário.
ResponderExcluirTambém não acredito em verdades absolutas e também não é fácil conviver com o diferente o novo, mas é necessário, a todo momento acontecem mudanças tanto internamente como externamente a nós e são essas mudanças que nos mantém vivo, pois não é o ambiente que se adapta a nós, mas o contrário.
ResponderExcluirConcordo que o que os outros pensam sobre quem eles julgam é um problema deles, exceto quando este julgamento, certo ou errado, leve a atos que prejudiquem energeticamente e fisicamente o oprimido. Na verdade, tem gente esponja que absorve inconcientemente a energia, em termos sutis. Pior é quando parte de alguém que se ama. A dor é inevitável. Não se importar é inevitável. Pior ainda e quando estamos mal e vem o mal julgamento. Nestas situações, precisamos de apoio. Ainda mais quando alguém está se construindo ou abalado emocionalmente.
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